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Use frases invertidas corretamente! Apresente padrões para ênfase e negação!

Desta vez, vamos explicar em detalhes a gramática inglesa, focando na estrutura das sentenças invertidas! Quando falamos em gramática, geralmente é um problema que incomoda muitas pessoas.

Provavelmente só aprendemos as sentenças invertidas no ensino médio, e algumas pessoas podem já ter se esquecido. Vamos ver para que servem e como usá-las!

 

O que é uma sentença invertida?

 

De forma simples, sentenças invertidas são aquelas em que a ordem fixa das palavras é invertida. Existem dois objetivos: o primeiro é mudar a ordem das palavras para enfatizar o conteúdo a ser expresso, e o segundo é inversão pela estrutura gramatical.

Ao aprender gramática inglesa no ensino fundamental, aprendemos a estrutura “sujeito (S) + verbo (V)”. No ensino médio, aprendemos a parte SVOC , focando ainda mais nos tipos de palavras e nas implicações da ordem das palavras. Entretanto, as sentenças invertidas quebram esse padrão, usando “verbo (V) + sujeito (S)” para formar frases.

Não só o verbo aparece no início da frase, mas em frases que incluem um verbo auxiliar, por exemplo, “sujeito (S) + verbo auxiliar + verbo (V)”, isso se transforma em “verbo auxiliar + sujeito (S) + verbo (V)”.

 

Inversão para Ênfase

 

Primeiro, vamos explicar uma das sentenças invertidas: a inversão com ênfase. O ponto-chave é decidir o que queremos enfatizar e colocar a palavra de destaque no início da frase.

 

 Sentido negativo

 

Se quisermos enfatizar algo que é negado, podemos usar a estrutura invertida. Mesmo em romances sem entonação, vemos autores reforçarem a negação.

I have never been to the UK.
Nunca estive no Reino Unido.

Se colocarmos a frase acima na ordem invertida, fica assim:

Never have I been to the UK.
Nunca estive no Reino Unido.

Colocando o advérbio negativo never no início da frase, enfatizamos que é uma frase negativa. Preste atenção: após Never, a ordem fica como numa pergunta, com have I~. As palavras negativas usadas em inversão incluemnever,seldom erarely.

 

Direção e movimento

 

Ao falar de “direção ou movimento”, pode parecer difícil, mas refere-se especificamente a palavras como Here/There/Go/Down/Up. Note que isso só se aplica quando o sujeito é um substantivo.

The bus comes!
O ônibus chegou!

O sujeito geralmente aparece no início de uma frase, mas como aqui é um substantivo, podemos usar a estrutura invertida.

Here comes the bus!
O ônibus chegou!

Gramaticamente há várias maneiras de expressar, quem lê romances pode se deparar com isso com frequência.

 

Local e ocasião

 

Se quisermos enfatizar um local ou ocasião, devemos colocá-lo no início da frase. Nesses casos, após a palavra enfatizada, ocorre a inversão, semelhante a uma frase interrogativa. No começo, é necessário ter cuidado para não cometer erros.

The little puppy was in front of the door.
O cachorrinho estava na frente da porta.

Se queremos destacar “na frente da porta”, usamos a sentença invertida, como abaixo:

In front of the door was the little puppy.
Na frente da porta estava o cachorrinho.

Ao construir sentenças invertidas para enfatizar localização ou local, o verbo usado deve ser o verbo to be, ou vir seguido de stand/lie/sit/hang, etc.

 

Advérbios e modificadores

 

Também podemos enfatizar advérbios e modificadores colocando-os no início da frase. Mais especificamente, usando palavras de grau como so that, such that, well, often, etc..

She was so surprised that she stopped reading.
Ela ficou tão surpresa que parou de ler.
So surprised was she that she stopped reading.
Tão surpresa ela ficou que parou de ler.

Esta é uma forma muito correta gramaticalmente e frequentemente aparece em provas.

 

Adjetivos

 

A inversão também pode ser usada para enfatizar adjetivos.Quando o modificador do sujeito é longo, usamos a inversão com sujeito (S) + verbo (V) + complemento (C).

The new meeting room is available.
A nova sala de reuniões está disponível.
Available is the new meeting room.
Disponível está a nova sala de reuniões.

No início, pode soar estranho ver adjetivos começando a sentença invertida,

mas com prática constantes, nos acostumamos. O importante é praticar bastante!

 

Objeto

 

Quando enfatizamos o objeto, existem três características das sentenças invertidas.

Uma é mostrar a ligação entre a frase anterior e a oração subordinada, a segunda é mostrar contraste com outros substantivos, e a terceira é acrescentar modificadores longos à frase.

Mas, estritamente falando, há diferenças. Ou seja, mesmo que o objeto seja colocado no início, não ocorre a inversão no restante da frase. Embora a dica nas perguntas seja inverter sujeito e verbo, devemos prestar atenção que, ao colocar o objeto no início, a frase permanece completa.

It took two hours from the station to this park.
Levou duas horas da estação até este parque.
Two hours it took, from the station to this park.
Duas horas levou, da estação até este parque.

 

Frases exclamativas

 

Agora, vamos ver sobre as frases exclamativas!

Elas servem para expressar sentimentos pessoais e têm um certo padrão; podemos tentar formar frases desse tipo.

 

Inversão pela estrutura gramatical

 

A estrutura invertida usada em frases exclamativas é chamada de “inversão estrutural”. Ela é semelhante à estrutura de ênfase já explicada, então podemos memorizar juntas!

 

 So+(auxiliary) verb+subject

 

So+(auxiliar)+sujeito é usado para responder à fala de outra pessoa. O significado é “eu também”, expressando concordância.

A: I prefer tea to coffee.
B: So do I.
A: Prefiro chá a café.
B: Eu também.

Como B compartilha da opinião de A, pode-se responder também comI prefer tea too. ou Me too.ou outras formas semelhantes.

 

 Neither (Nor)+ (auxiliary) verb + subject

 

Neither (Nor)+(auxiliar)+sujeito tem o significado oposto ao de So + (auxiliar) + sujeito. Embora indique negação, “eu também não”, ainda expressa concordância com a negação do outro.

A: I can’t play the piano at all.
B: Nor can I.
A: Eu não sei tocar piano nem um pouco.
B: Eu também não.

Depois de ouvir a afirmação da outra pessoa, temos que analisar um pouco, pois a estrutura pode variar, como “Nor do I. Nor was I.” etc.

 

 as

 

Existe também uma estrutura chamada “oração concessiva com as”. Significa que embora A, B  uma expressão contraditória.

Young as he is, he can think well.
Embora seja jovem, ele raciocina muito bem.

No exemplo acima, o adjetivo vem antes do as. Se pensarmos comoHe is young, but. fica mais fácil de entender.

 

 Omissão do if na condicional

 

Também pode ocorrer inversão quando usamos o modo condicional. Como o nome indica, o modo condicional refere-se a hipóteses, coisas que não aconteceram realmente.

Como é um pouco complexo, vamos explicar um pouco o modo condicional. Veja o exemplo abaixo e a tradução.

If I was a bird, I could fly to you.
Se eu fosse um pássaro, poderia voar até você.

Este é um exemplo típico no uso do tempo condicional.

A frase antes da vírgula mostra que a pessoa não é um pássaro, embora o verbo esteja no passado. Depois da vírgula, o verbo auxiliar também está no passado. Este é o ponto-chave do modo condicional: mesmo tratando-se de algo que não aconteceu (afastado da realidade), usamos o passado para dar essa ideia de distância temporal.

Quando usamos o condicional para falar de coisas que já se passaram, como “Se eu não tivesse perdido minha carteira…”, a frase principal já está no passado, então usamos o passado perfeito.

Uma explicação completa seria muito longa, então paramos por aqui. O modo condicional é uma gramática que se aprende no ensino médio, aparece nos livros didáticos!

Agora, vamos usar a estrutura invertida para expressar o exemplo anterior.

Were I a bird, I could fly to you.
Se eu fosse um pássaro, poderia voar até você.

Na estrutura invertida do modo condicional, o if é omitido. Depois ocorre a inversão, reorganizando a frase como numa interrogativa. Mesmo para o verbo to be com o sujeito I, podemos usar were. Isto é uma expressão gramatical; alternar entre was e were não é um problema.

 

Resumo

 

A estrutura de inversão estudada desta vez foi um pouco difícil? Se pegarmos o jeito, conseguimos entender o básico, mas se tentarmos memorizar regras muito detalhadas, como “apenas em certos momentos”, pode ficar confuso.

Além disso, como a regra “sujeito” + “verbo” que aprendemos é subvertida, muitos podem achar estranho. Mas o inglês é apenas um idioma, há muitas exceções e formas de expressão.

Ao invés de perseguir precisão formal, é melhor aprender inglês com uma mentalidade flexível!

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Autor deste artigo

Olá! Eu sou o Miguel, um blogueiro brasileiro apaixonado por idiomas e comunicação. Aprendi inglês ao longo de mais de 10 anos — não apenas com livros didáticos, mas vivendo o idioma no meu dia a dia. Tenho experiência com o inglês acadêmico, conversas informais e tudo o que há entre esses dois extremos. Agora, quero compartilhar esse conhecimento para ajudar você a aprender de forma prática e confiante. Seja você iniciante ou avançado, aqui no blog você vai encontrar dicas úteis, exemplos reais e uma visão cultural que vai tornar o aprendizado do inglês mais natural, recompensador e, acima de tudo, divertido. Vamos crescer juntos!

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